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Laureano Staropoli está de volta aos treinos. Na última terça-feira, o argentino fez seu primeiro sparring desde que foi forçado a deixar a luta contra Alexey Kunchenko, em agosto, no UFC Uruguai, para se recuperar de uma lesão no nariz. Invicto em duas lutas pela organização, "El Matador" espera retornar ao octógono em 16 de novembro, no UFC São Paulo, marcado para o Ginásio do Ibirapuera.
- Não precisei de cirurgia, só precisei ficar de repouso para calcificar o osso, porque a cada soco ficava inchado e doía muito. Fiz meu primeiro sparring essa semana e não senti dor nenhuma - contou ao Combate.com.
Radicado na capital paulista - integra a Chute Boxe Diego Lima -, Staropoli, de 26 anos, quer enfrentar o veterano Diego Sanchez, de 37, que anunciou sua mudança para o peso-meio-médio, na cidade que o acolheu fora da Argentina.
- O Diego Sanchez seria o nome perfeito, porque tenho o sonho de fazer a melhor luta do ano no UFC. Com o Diego Sanchez poderia ser assim, um show para a galera, ele é sinistro. Eu faço boas lutas, seria uma luta espetacular para todo mundo. Para mim, ele fez a melhor luta do história do UFC contra o Gilbert Melendez. Eu assisti quando estava na Argentina, em 2013, foi fo**. Ele subiu de categoria, está no meio-médio agora. É agressivo, gosto desse tipo de luta, não gosto de luta amarrada. Gosto de dar pancadas, de ver sangue por todos os lados, como se fosse um matadouro (risos). A América Latina estará bem representada com meu punho de ferro argentino.
- A galera me conhece, represento a Chute Boxe Diego Lima, sei que a torcida brasileira vai me apoiar, serei local. Eu amo São Paulo, acho que vou morar aqui pelos próximos 10 ou 15 anos. Foi a cidade que "comprou" meu sonho. Conheci muita gente maravilhosa, fiz amigos, estou em casa aqui.
A vontade de fazer a terceira luta pelo UFC - estreou na Argentina, em 2018, e venceu Thiago Pitbull no UFC Rio 10, em maio deste ano - é grande. E ficou engasgada no mês passado, quando esteve em Montevidéu, no UFC Uruguai, para prestigiar o evento. Assistiu das cadeiras à vitória do compatriota Gilbert Durinho sobre Alexey Kunchenko, contra quem deveria estar lutando no cage.
- Na pesagem eu já fiquei chateado, triste demais, era eu para estar enfrentando o russo. Eu ia matar aquele cara, mas Deus sabe das coisas, não deu certo, vamos aguardar a próxima. Fiquei triste, porque muitos argentinos compraram para me assistir, o país vive uma crise econômica e eles fizeram esse esforço. É caro, não pude lutar, foi fo** - lamentou o "hermano", cujo cartel é composto por nove vitórias e um revés.
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